Raiva
As recomendações de profilaxia pré-exposição, de acordo com a 4ª edição do Guia de Vigilância em Saúde, são as seguintes:
• Profissionais e auxiliares de laboratórios de virologia e anatomopatologia para a raiva;
• Profissionais que atuam na captura de quirópteros;
• Médicos veterinários e outros profissionais que atuam constantemente sob risco de exposição ao vírus rábico (zootecnistas, agrônomos, biólogos, funcionários de zoológicos/ parques ambientais, espeleólogos);
• Estudantes de medicina-veterinária e estudantes que atuem em captura e manejo de mamíferos silvestres potencialmente transmissores da raiva;
• Profissionais que atuam em área epidêmica para raiva canina de variantes 1 e 2, com registro de casos nos últimos cinco anos, na captura, na contenção, no manejo, na coleta de amostras, na vacinação de cães, que podem ser vítimas de ataques por cães;
• Pessoas com risco de exposição ocasional ao vírus, como turistas que viajam para áreas endêmicas ou epidêmicas para risco de transmissão da raiva, principalmente canina, devem ser avaliadas individualmente, podendo receber a profilaxia pré-exposição, dependendo do risco a que estarão expostas durante a viagem. Entre os viajantes, considerar:
- se realizarão atividades ocupacionais ou recreativas que aumentam o risco de exposição a animais potencialmente raivosos (especialmente cães);
- se podem ter dificuldade em obter acesso imediato à profilaxia pós-exposição (por exemplo, parte rural de um país ou local distante da região mais próxima a uma unidade de saúde).
• Pessoas que atuam no resgate e manejo de animais domésticos sem histórico conhecido (por exemplo: polícia ambiental, bombeiros e outros).
Os profissionais que têm indicação de profilaxia pré-exposição, conforme listados acima, devem procurar as unidades de referência da sua área de residência para receber a vacina. Apresentar comprovante de atividade ocupacional de risco ao vírus da raiva (crachá funcional, declaração laboral, declaração escolar).
Unidades de referência para aplicação de vacina pré-exposição antirrábica humana – Clique aqui
Unidades de referência para coleta de sorologia para raiva – Clique aqui
Para maiores informações acesse https://www.saude.df.gov.br/raiva
Agravos
Raiva
Cadastro TrakCare (obrigatório)
Raiva, Sorologia-Sorologia p/ raiva
Cadastro LabTrak
R033
Cadastro GAL (obrigatório)
Agravo/Doença: Raiva
Pesquisas/Exames: Raiva, Controle (Pasteur-IAL)
Método
SFIMT (Simplified Fluorescence Inhibition Microtest)
Status de Realização
Exame sendo realizado
Encaminhado para o Instituto Pasteur/SP
Observação importante: O Instituto Pasteur/SP determinou o limite máximo de 70 amostras que podem ser encaminhadas mensalmente. Dessa forma, o prazo de liberação do exame pode aumentar consideravelmente.
Amostra/quantidade
Material: Soro (Tubo com gel separador)
Volume mínimo: no mínimo 1 ml
Acondicionamento para o envio das amostras
Temperatura: 2 a 8ºC, por no máximo 5 dias.
Acima desse período o soro deverá ser congelado a -20º C.
Período de coleta
Após esquema de pré-exposição, controle sorológico anual.
Documentação específica
–
Prazo de liberação
Em até 120 dias úteis – não considera sábados, domingos nem feriados
ATENÇÃO: O Instituto Pasteur/SP determinou o limite máximo de 70 amostras que podem ser encaminhadas mensalmente.
Dessa forma, o prazo de liberação do resultado pode aumentar consideravelmente.
Critérios de rejeição de amostra
Amostra não identificada;
Amostra não cadastrada no GAL e no TRAKCARE;
Amostra com hemólise intensa.
Núcleo
Núcleo de Virologia – NVIR